CAPIM, PARA O ELEITOR

No momento de uma pandemia devastadora, em que ficou nítido que a corrupção mata muito, haja vista a falta de leitos hospitalares, UTIs, e de infraestruturas, e

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O aumento de 185% no valor do fundo eleitoral, aprovado pelo Congresso na quinta-feira (16/7), é um disparate num país com tantas carências. No lugar dos R$ 2 bilhões das eleições municipais do ano passado e do R$ 1,8 bilhão das de 2018, os partidos vão receber R$ 5,7 bilhões para 2022! Com todas as contas pagas pelo contribuinte, fica muito fácil, até vantajoso, fazer política

Sim é verdade! Os líderes do ‘esfomeado” Centrão, políticos insaciáveis, patrocinaram mais um escândalo pouco transparente na votação de R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral em plena pandemia da covid-19. A maioria dos partidos apoiou a manobra para garantir esses recursos, numa votação sem que o placar identificasse os nomes a favor e contra.

Saquaremas! Quanta sacanagem dentro daquele iluminado picadeiro! Tempus Regit Actum. Os políticos brasileiros nos três níveis da federação, têm de tomar vergonha na cara uma vez na vida!

Nesse outro caldo político, mandaram eleitores às favas as pressões e as críticas à destinação dessa montanha de dinheiro para o financiamento das campanhas dos partidos e, de quebra, prejudicaram investimentos nos Estados e agora mais que antes. a Pátria Amada Brasil precisa de recursos para aquisição de vacinas.

Insensibilidades, estupidezas, repugnâncias e covardias é o mínimo que podemos dizer das atitudes dessa atual e nefasta classe política, ‘acampados’ dentro do Eixo do Mal em Brasília, arraigando-se junto a estados e municípios; os quais, sempre, desde 1889, atuam à margem dos interesses e das necessidades da sociedade. A República desde então ainda não foi proclamada. Brasil continua ‘deitado eternamente em berço esplêndido’.

O fundo eleitoral é uma tremenda excrescência. Além de subtrair recursos de setores essenciais da Pàtria Amada Brasil, contribui diretamente para a base do sistema de corrupção enraizado nos Poderes da República. Essa vergonhosa cartada do Congresso, merece veemente repúdio e reação da sociedade, que não suporta mais os desmandos dos parlamentares que não sabem honrar o mandato outorgado a eles pelos cidadãos. O pior é ter de ouvir que o auxílio emergencial vai quebrar o País. Vergonha.

São quase R$ 6 bilhões para os parlamentares chupins fazerem a festa da eleição à custa dos contribuintes brasileiros, para divulgar mentiras eleitoreiras, que não convencem nem convêm a ninguém.

2021. Trabalhadores que não têm sequer um reajuste decente e justo dos seus vencimentos. Com essa verba pretendida pelos parlamentares aproveitadores dos trabalhadores brasileiros daria para construir 57 mil casas populares para cidadãos de baixa renda.

Brasil, mostra a tua cara! Vocês vão ficar quietos, deixar que eles abusem dos brasileiros e não se manifestarem contra? Será que não temos ninguém para impedir essa vergonhosa ampliação do fundo eleitoral?

Caro Watson! O que mais impressiona é que nessa hora não há oposição nem situação, todos os partidos se unem para nos roubar! Esse Congresso causa náuseas. Poucos ali estarão a salvos do Inferno de Dante.

O quadro é desonroso. Até o vendedor de morango e os manequins ali da esquina sabem. Só há duas possibilidades de evitar essa sangria dos cofres públicos: o Executivo vetar as alterações introduzidas no cálculo do tal fundo, o que poderá levar a uma guerra com o Legislativo e prejudicar a governabilidade; ou reduzir as verbas para esse fim na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Mas qualquer das alternativas será frágil. O veto pode ser derrubado pelos congressistas, que também poderão mexer na LOA. O melhor seria a classe política ter mais consciência, sair da bolha e tomar conhecimento dos problemas vividos pela Nação. Quanta covardia brasiliana!

Fiéis, nobres, clérigos e oníricos Confrades e Confreiras. A expectativa de líderes de partidos de centro e também do Centrão é de que Jair Bolsonaro, apesar da pressão das redes sociais, não vete os quase R$ 6 bilhões de Fundo Eleitoral aprovados pelo Congresso.

O principal motivo citado pelos parlamentares é justamente o fato de o presidente estar no seu momento de maior fragilidade política, precisando de apoio no Legislativo. Além disso, dizem os líderes, mais do que ninguém, Bolsonaro precisará de um “fundão” robusto em 2022, na disputa pela reeleição. O presidente ainda está sem partido.

Sociedade de cibernéticos, sorumbáticos desta urbe. Um descalabro a triplicação do fundo eleitoral com as incertezas e limitações orçamentárias impostas pelo mundo pós-pandemia.

O fato é que os pródigos R$ 5,7 bilhões escandalizaram a sociedade, inclusive eleitores bolsonaristas. Nos bastidores, deputados dizem que o valor foi igual uma “gordurinha” para ser agenciada com o governo.

Os parlamentares (sic) parecem querer quebrar a Pátria Amada Brasil. Além de todas as mordomias, ainda querem meter a mão em todo esse nosso dinheiro. Cada político deveria pagar por sua campanha, essa é a verdade. Não passam de um bando de hienas.

Mas a realidade na política nacional ainda é a de que segue a frase franciscana “é dando (verba) que se recebe” (apoio), o toma lá dá cá da política brasileira.

Céticos e céticas! Para complementar esta minha alusão, entre no Youtube e ouçam a música do Gonzaguinha > “Comportamento Geral”. Você merece ouvir ao sabor de Tubaínas, mortadelas e coxinhas.

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